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Inversão de papéis 2

março 31, 2010

reproduçãoZico era unanimidade, Rogério Ceni não.

Tínhamos dois jogadores para escolher que deveriam ter sua história intrinsecamente ligada à Placar.

Eles seriam os prefaciadores de cada um dos tempos do livro, o primeiro de 1970 a 90 e o segundo, de 90 em diante.

Para o primeiro, Zico era o cara. Cresceu nas páginas de Placar, dos juvenis do Flamengo à seleção brasileira, com passagem pela Europa e depois pelo Japão.

Mas e o segundo tempo? Pesquisa, procura, analisa, indica um, fala de outro.  O critério teria que ser a Bola de Prata, o maior prêmio do futebol brasileiro criado por Placar.

E aí o nome de Rogério Ceni virou obrigação. O maior goleiro artilheiro do futebol mundial recebeu sete vezes o troféu, sendo uma Bola de Ouro. Só perde para quem? Isso mesmo, Zico, que teve sua história contada aqui.

 A primeira capa de Rogério na Placar é esta aí acima, de dezembro de 2000. A última, em outubro de 2007.

As duas falavam quase sobre temas coligados: o batedor de faltas e o goleiro que revoluciou a posição.

Este é Rogério. Um sujeito sincero e direto. Que se gosta da proposta, vai até o fim com ela. Se não gosta, já declina e mostra a sua posição.

Essa sinceridade faz um bem danado, embora crie algumas desavenças com aqueles que não aceitam o não como resposta.

Felizmente para nós – e para o leitor do livro – ele gostou da nossa ideia. E no texto foi direto ao ponto.

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