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Rogério, 20

setembro 13, 2010

Rogério Ceni e a Bola de PrataEste mês de setembro marca as duas décadas de Rogério Ceni como goleiro titular do São Paulo Futebol Clube.

Ele chegou ao clube em 1993, mas só foi assumir a camisa 1 em 1997. E tinha uma responsabilidade enorme: substituir Zetti, ídolo da torcida e responsável por grandes títulos, como a Taça Libertadores de 92.

Rogério deixou Zetti para trás. E Poy outro grande nome da posição. E Raí, e Careca, e Pedro Rocha, e Leônidas. E não tem mais ninguém a frente dele. Mais do que os 900 jogos com a camisa são paulina e os quase 100 gols, Rogério se transformou no maior ídolo da história do clube.

Para quem acha pouco, não é. Dificilmente os novos torcedores terão a oportunidade de ver um grande jogador vestir por muitos e muitos anos a camisa de seu clube. Rogério, talvez, seja o último dessa espécie rara, um privilégio do são paulino.

Fora todas as marcas com a camisa vermelha, preta e branca, Rogério Ceni é um dos nomes mais importantes na história de Placar. Ele é o segundo maior vencedor da Bola de Prata. Só fica atrás do galinho Zico.

E o prefácio de Rogério no livro sobre os 40 anos de Placar só faz justiça a quem soube escrever (bem) a própria história. Como Zico. E os jornalistas de Placar.

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