Archive for the ‘Sérgio Xavier Filho’ Category

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Turma mágica

abril 30, 2010

A redação da Placar tem uma magia quase inexplicável.

Talvez seja o tema agradável, essa paixão nacional que é o futebol, talvez seja o local de trabalho ou outros pequenos detalhes.

Certamente é tudo isso. Mas, principalmente, são as pessoas.

Para resumir o que um clima bom pra burro provoca, e quase entregar a fórmula mágica, Divino Fonseca, jornalista dos bons, correspondente eterno de Placar no Rio Grande do Sul, recebeu uma proposta para trocar a redação.

Sairia da Placar para a Quatro Rodas, com valorização financeira e demais benefícios. Um salto na carreira, sem dúvida. Mas, elegantemente, Divino respondeu que não aceitava. Preferia ficar com a “turma” dele.

Essa não sabíamos, mas o Serginho Xavier, diretor de redação da Placar, contou na noite de quarta-feira 28 no bate-papo da Livraria da Vila.

É simplesmente isso. A “turma” da Placar, que não é trabalho, não é obrigação, não é esforço.

Ou melhor, parece que não é.

Porque estar com a turma é uma diversão.

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Loucos por futebol

março 20, 2010

É hoje, sábado 20, a partir das 21h30 na ESPN Brasil – Sky (30) TVA (44) e Net (70).

“Loucos por Futebol”, com Celso Unzelte, Marcelo Duarte e PVC.

Bagunçamos a redação da Placar para gravar o programa. Mas é esse o objetivo do programa, não é?

A data não poderia ser melhor: há 40 anos a edição número 1 de Placar chegava às bancas.

Assistam, comentem e divirtam-se!

Divulgação/Betânia Lins

Bruno Chiarioni, Marcelo Duarte, Márcio Kroehn e Sérgio Xavier Filho com os quatro elementos da reportagem do Loucos: Bola de Prata, livro, microfone e revista

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Intruso no ninho

março 12, 2010

Mauro BetingNão havia dúvidas sobre os principais candidatos a apresentar o livro sobre a Placar: Juca Kfouri e Sérgio Xavier Filho. São eles os recordistas de tempo na direção da revista, com 13 anos e 11 anos, respectivamente. Os outros comandantes foram: Cláudio de Souza, Milton Coelho da Graça, Jairo Régis, Carlos Maranhão, Marcelo Duarte e Leão Serva.

Mas aí Juca Kfouri mostrou a solução menos óbvia e mais interessante para o leitor. “Vocês já entrevistaram à exaustão todos que trabalharam em Placar. O leitor pode ficar farto. Pense em outro nome, como o Mauro Beting.”

A indicação fazia todo o sentido. Mauro nunca trabalhou em Placar, mas tem uma conhecida história com a revista – como milhares de pessoas certamente também têm. Seu pai, o jornalista Joelmir Beting, criador da expressão “gol de placa”, não se cansa de contar que o filho Mauro aprendeu geografia nas páginas de Placar. Era dessa ligação carinhosa que precisávamos.

Mauro soube do nosso projeto em junho do ano passado no dia do lançamento do livro de Juca, “Por que não desisto – futebol, dinheiro e política”, organizado pelo Márcio. Gostou da ideia e foi encaixando a leitura do livro sobre a Placar entre seus inúmeros afazeres no Grupo Bandeirantes (rádio, tevê aberta e Bandsports), no Grupo Lance! (rádio, tevê, jornal, revista e blog http://blogs.lancenet.com.br/maurobeting/)  e na TV Esporte Interativo. Além, é claro, do seu novo livro “As Melhores Seleções Estrangeiras de Todos os Tempos”, que será lançado a partir das 18h30 da terça-feira 16 de março na Saraiva Megastore do Shopping Eldorado (SP). A capa está aí acima.

Ufa!, o Mauro trabalha muito. Mas não deixou de falar sobre sua companheira – e professora – de infância: a revista Placar.

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Entre altos e baixos

março 10, 2010
 
 
 

Arquivo Placar

Serginho e Mauro Silva, campeão mundial em 94, no Camarote Placar no estádio do Morumbi

No bloquinho de anotações: o gravador fica desligado um tempo, Serginho tira o sapato e sobe na cadeira pra pegar a pesquisa que se encontra na última prateleira, longe do alcance das mãos. É uma pesquisa que mostra o público consumidor de Placar. O barulho de folhas virando. E ele comenta: quero achar uma pesquisa quantitativa, discussões de grupo. Serginho sobe novamente na cadeira, descalço, e volta a procurar. A redação de Placar está movimentada, o rádio ligado na Jovem Pan AM, que transmite as manchetes do dia. Novamente barulho de folhas virando. Pronto, achou:  “Quantitativa, Datafolha. Isso aqui é bom, viu. 1,5 mil entrevistas, sendo 600 com assinantes e 900 com compradores em banca”.

O ano é 2004 e Placar ainda vivia na corda bamba. A última ameaça de fechamento, mais séria do que nunca, acontecera há pouco, em janeiro de 2002, meses antes da Copa do Mundo no Oriente. Mas aí o Brasil venceu e Placar se sustentou. Em 2003, Placar continou e a venda aumentou. No ano seguinte, veio essa pesquisa e Placar se achou. “A partir de 2004 descobrimos que Placar é mais que uma revista, é uma marca”, cravou Sérgio Xavier Filho, ou Serginho como preferir, na sua recente análise sobre a vida da revista que comanda atualmente, junto com a Runner’s World.

Serginho está a frente da Placar desde 1999, mas seu começo na revista foi em 1995 (é dele a reportagem de estreia da Placarzona “O animal precisa de carinho”).

Mais do que ninguém, ele conviveu com os altos e os baixos de Placar. Talvez mais baixos do que altos, pra dizer a verdade.

E usou toda a paixão pela revista, que o acompanha desde os tempos de leitor em Porto Alegre, para manter a revista respirando. Nem que fosse com a ajuda de aparelhos, como em 2002.

Agora o momento é outro. Placar é revista, jornal, site (www.placar.com.br), camarote, Casa na Copa e muitos especiais: DVDs, guias etc.

Esta é a Placar, ou melhor, MultiPlacar, do Serginho, que para manter a forma está escrevendo um livro sobre as emocionantes histórias de superação na corrida e no mundo esportivo.

A ideia veio da Runner’s, mas não estranhe se a saúde de Placar tenha servido de inspiração.