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Vamos fazer uma tabelinha?

Aqui está o pontapé inicial para um bate-papo sobre a revista Placar.
Bem informal, como deve ser uma pelada entre amigos. Nada de jogada dura, nem canelada. O esquema tático também está dispensado. Queremos ver a alegria de uma boa jogada, de uma tabelinha bem feita, de dribles desconcertantes e de gols. É assim que definimos o universo de Placar. E você está convidado a jogar conosco, neste time que conta causos divertidos, emocionantes, sérios. Todos eles sem perder a categoria.
Vamos falar sobre os bastidores do livro: como foi realizado, os primeiros passos, os personagens, as dificuldades do desenvolvimento, acertos e erros. Nem sempre nessa mesma ordem. Contar com a sua colaboração vai ser imprescindível, afinal, ninguém joga sozinho.
Bem-vindo aos bastidores de “Onde o esporte se reinventa: histórias e bastidores dos 40 anos de Placar”.

One comment

  1. Em 23 anos de Abril, nunca cheguei a trabalhar na Placar, mas comecei na Gráfica como coordenador gráfico – coisa que agradeço até hoje esta benção que me permitiu conhecer todo o processo de produção de uma revista – e depois me joguei pelas redações (Claudia, depois um projeto magnífico chamado SP, comandado pelo Paulo Patarra, que não vingou mas foi a origem de outras publicações. Em seguida, Quatro Rodas, Playboy (que em seu primeiro ano era a Revista do Homem), Casa Claudia e finalmente Arquitetura & Construção.
    Mas, voltando ao tempo de Gráfica. Nas minhas andanças pelos porões da gráfica, de vez em quando cruzava com um sujeito caladão que começava a trabalhar à tarde e costumava ficar até de madrugada, exercendo a árdua, pouco conhecida e hoje extinta função de secretário gráfico. Basicamente, era ele o cara que via a revista pela última vez antes de ser impressa. Acertava e revisava textos. Checava fotos, posicionamento da página, coisas assim e dava o Ok para a impressão.
    Um único detalhe: não gostava e não entendia nada de futebol… Nunca acreditei muito nesta história, até o dia em que ele mesmo me confirmou. Chamusca era seu nome. Ou era apelido? Não lembro. Mas fazia todo o sentido.



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